Archive for agosto, 2009

SUA SAÚDE EM SUAS MÃOS.

Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!
Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles.
Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente.

A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.
A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo – a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.

Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição.
Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos.

A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.

O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: “Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos.”

Você quer saber como esta seu corpo hoje? Lembre-se do que pensou ontem
Quer saber como estará seu corpo amanhã? Olhe seus pensamentos hoje!

Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você!

DEEPAK CHOPRA

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agosto 30, 2009 at 11:39 am Deixe um comentário

PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Desperdício de recursos naturais       

A maneira como os animais são criados para alimento é uma ameaça ao planeta. Polui o meio ambiente e consome enorme quantidade de água, grãos, petróleo, pesticidas e drogas. Os resultados são desastrosos.

Dr. PhD David Brubaker, Center for a Livable Future (Centro por um Futuro Sustentado), Johns Hopkins University, “Environmental News Network” (Rede de Notícias Ambientais), 20/9/1999
 

Uma dieta vegetariana pode alimentar consideravelmente mais pessoas do que uma dieta centralizada na carne. O livro “State of World Hunger” (Situação da Fome no Mundo), de autoria de Peter Uvin do Programa sobre a Fome Mundial da Brown University, dá uma estimativa da população potencial que é suportada pelo suprimento de alimentos mundial em 1992, sob as várias dietas:

Dieta quase puramente vegetariana 6,3 bilhões de pessoas
15% de calorias de fonte animal 4,2 bilhões de pessoas
25% de calorias de fonte animal 3,2 bilhões de pessoas
FONTE: FAO (Organização da Alimentação e da Agricultura – Nações Unidas), 1993.

A fome mundial é um problema complicado, e se tornar vegetariano não vai necessariamente aliviar a fome a curto prazo em seu país. Contudo, ser vegetariano é um passo no sentido de economizar recursos que poderão ser usados para alimentar as pessoas no futuro.

Impactos Ambientais
A Organização da Alimentação e da Agricultura (FAO) das Nações Unidas coordenou a emissão de um relatório em 1996, o Livestock & the Environment (Gado e Meio-Ambiente). O relatório lista os seguintes problemas encontrados no procedimento de plantar para alimentar os animais:

Biodiversidade diminuída pela perda de habitats e danos no ecossistema
Erosão de solo
Redução da água disponível para irrigação
Produção de gases que causam o Efeito Estufa (óxido nitroso e dióxido de carbono)
Esgotamento do aquífero (lençol freático)
Contaminação da água pela infiltração de nitrogênio, fósforo e pesticidas empregados nas plantações
O relatório lista os seguintes problemas criados pelo esterco animal:

Contaminação das águas
Danos no ecossistema aquático
Produção de gases que causam o Efeito Estufa (óxido nitroso e metano)
Contaminação do solo por metais pesados
Chuva ácida e danos nas florestas causados pela emissão de amônia 
 
 O relatório declara que a energia dos combustíveis fósseis é o maior dos insumos da produção industrial de ovos, leite e carne animal, e que os sistemas industriais (fazendas-fábrica) são ineficientes na conversão dessa energia em alimentos para os humanos.

As granjas industriais coletam os excrementos animais em grandes lagoas que vazam para os cursos de água locais. As fazendas intensivas de porcos têm tornado o ar irrespirável em várias comunidades rurais; alguns dos residentes são obrigados a usar máscaras quando saem de casa (revista Time, 30/11/98).

Os excrementos suínos e de aves tem contribuído para a difusão de organismos patogênicos nos cursos d’água, envenenado humanos e matando milhares de peixes (revista Scientific American, 8/99). O livro publicado pelo senador norte-americano Tom Harkin em dezembro de 1997, “Animal Waste Pollution In America” (Poluição dos Dejetos Animais nos EUA) diz que de 1995 a 1997, mais de 40 vazamentos de dejetos animais mataram 10,6 milhões de peixes.

 A criação de pastos e a vida selvagem nativa
A criação de gado em pastos impróprios tem causado extensivamente danos ambientais e degradação do solo no oeste dos EUA;  lá, a erosão do solo é um problema sério e é em grande parte causado pela monocultura de milho e soja para as indústrias de porcos e galinhas. (Dr. PhD Peter Cheeke, “Contemporary Issues in Animal Agriculture”, Questões Atuais da Pecuária, 1999)

O departamento norte-americano de Pecuária, a inspetoria do Serviço de Saúde Animal e Vegetal (US Department of Agriculture Animal & Plant Health Inspection Service’s Wildlife Services) e os criadores de gado matam os animais nativos para poupar o rebanho. Tendo eliminado os lobos e os ursos (Dr. PhD Peter Cheeke, “Contemporary Issues in Animal Agriculture”, Questões Atuais da Pecuária, 1999), os caçadores do governo federal agora matam, a cada ano, cerca de 100 mil coiotes, linces, leões-da-montanha, porcos selvagens e bisões, para impedir a competição pelo pasto, a predação e o espalhamento de doenças. (Washington Post, 4/11/1998)

Aqueles que alegam se importar com o bem-estar dos seres humanos e com a preservação do meio-ambiente deveriam se tornar vegetarianos só por esse motivo. Desta maneira, essas pessoas aumentariam a quantidade de grãos disponíveis para alimentar as pessoas em todos os lugares, reduziriam a poluição, poupariam água e energia, e cessariam de contribuir para o desmatamento de florestas;  e mais ainda, já que a dieta vegetariana é mais barata do que a dieta baseada em carne, essas pessoas teriam mais dinheiro para empregar no alívio da fome, controle de população ou qualquer causa social ou política que julguem mais urgente. Quando os não-vegetarianos dizem que “os problemas humanos vêm em primeiro lugar”, eu não consigo deixar de questionar o quê exatamente eles estão fazendo pelos seres humanos que os obrigam a continuar seu apoio ao desperdício e à brutal exploração dos animais de fazenda.

Peter Singer, Animal Liberation (Liberação Animal), 1990

Fonte: vegetarianismo.com.br

agosto 21, 2009 at 11:35 pm Deixe um comentário

CORAGEM: ARRISQUE TUDO.

A vida exige enorme coragem. Os covardes apenas
existem, não vivem, porque toda a vida deles é
orientada pelo medo, e uma vida orientada pelo medo
é pior que a morte. Eles vivem em um tipo de
paranóia, eles têm medo de tudo e não apenas das
coisas reais, eles temem as coisas irreais também.
Eles têm medo do inferno, de fantasmas, de Deus.
Temem mil coisas que eles próprios, ou outros como
eles imaginaram. O medo é tão grande que quase se
torna impossível de viver.
Somente os corajosos podem viver. A
coragem é o primeiro passo a ser aprendido. Apesar
de todos os medos, temos que começar a viver. E por
que é preciso coragem para viver? Porque a vida é
insegurança. Se você fica preocupado demais com
proteção, você permanecerá confinado em um
pequeno cantinho, quase em uma prisão, construída
por você mesmo. Será seguro, mas não será vivo. Não
terá aventura êxtase.
A vida consiste em explorar, entrar no
desconhecido, alcançar as estrelas!
Seja corajoso e deposite tudo aos pés da vida;
nada mais é valioso. Não sacrifique a sua vida por
pequenas coisas – dinheiro, segurança; nadas disso
tem valor. Cada um deve viver sua vida tão
totalmente quanto possível; somente então surge a
alegria, somente então o transbordamento da graça
divina se torna realmente possível.
Aqueles que realmente desejam viver tem que
correr muitos riscos. Tem que se mover sempre no
desconhecido, tem que aprender uma das lições mais
fundamentais: que não existe lar, que a vida é uma
peregrinação – sem começo, sem fim. Sim, existem
lugares onde você pode descansar, mas são paradas de
uma noite e, pela manhã, você deve partir novamente.
A vida é um momento constante, nunca chega a
qualquer fim; é por isso que a vida é eterna.
A morte tem um começo e um fim.
A morte é uma concepção errada. As pessoas
criam a morte porque anseiam segurança. É o desejo
de segurança e proteção que cria a morte, que o faz
temer a vida, que lhe obriga a excitar penetrar no
desconhecido.
O único elemento da vida é o risco; quanto
mais você arrisca, mais você está vivo. E, uma vez
que compreenda isso – não por desespero, não por
impotência, mas a partir de uma consciência
meditativa – uma vez que compreenda isso, você fica
arrebatado pela absoluta beleza da possibilidade.
O homem pode receber com desespero o fato
de ficar sem lar, mas aí perde-se todo o ponto. Foi aí
que o existencialismo perdeu o ponto da questão. Eles
chegaram muito perto; a verdade estava logo adiante.
Estavam tão próximos como qualquer Buda, mas aí se
perderam.
Ao invés de ficarem felizes, ficaram muito,
muito tristes por a vida não ter significado, por a vida
não ter objetivo, por a vida não ter segurança.
Ficaram muito embalados; isso era perturbador.
Os Budas também chegaram a essa conclusão,
mas em lugar de ficarem tristes, eles deram um salto
para o conhecimento. Eles ultrapassaram todas as
barreiras. Aceitaram isso como a vida. Aceitaram que
isso faz parte da própria natureza da vida; não faz
sentido sentir-se frustrado. E entenderam como é belo
a vida ser insegura, porque então existe a
possibilidade de explorar, de inventar, de se deparar
com o novo, de ter-se surpresas. Se tudo fosse seguro,
certo, não haveria nenhuma emoção.
Os Budas dançaram. Ao verem o inacreditável
acontecendo, eles rejubilaram. Jesus diz muitas vezes:
“Alegrem-se, alegrem-se”, eu vos digo alegrem-se.
E esse é todo meu ensinamento. Eu não lhe
dou uma meta, não lhe dou nem mesmo um censo de
direção. Eu simplesmente o torno consciente da
facticidade da vida – o que ela é, como ela é. Entre
em sintonia com a vida.
Acompanhe-a, sem desejos pessoais,
particulares, sem idéias de como a vida deveria ser.
Deixe-a como ela é, relaxe.
Suas casas parecem mais sepulturas. Você está
preocupado demais com segurança, e isso mata,
porque a vida é insegura. É assim! Nada pode ser
feito sobre isso; ninguém pode tornar a vida segura.
Todas as seguranças são falsas, imaginarias. Uma
mulher o ama hoje – amanhã quem sabe? Você pode
ir ao cartório e estabelecer um vinculo legal, pelo qual
ela continuará sendo sua esposa amanhã. Ela pode
continuar sendo sua esposa pelos vínculos legais, mas
o amor pode desaparecer. O amor não conhece lei. E
quando o amor desaparece, a esposa permanece
esposa, e o marido, marido, então existe uma morte
entre eles.
Por causa da segurança, criamos o casamento.
Por causa da segurança criamos a sociedade. Por
causa da segurança sempre percorremos um caminho
já aberto.
A vida é selvagem. O amor é selvagem. E
Deus é absolutamente selvagem. Ele jamais vira ao
seus jardins, eles são demasiado humanos. Jamais virá
para suas casas, elas são demasiado pequenas. Jamais
será encontrado nos seus caminhos que estão prontos.
Ele é selvagem.
Lembre-se, a vida é selvagem.

Fonte: OSHO: Vida, Amor e RISO. 64,65,66,67

agosto 19, 2009 at 6:50 pm Deixe um comentário

CONSCIÊNCIA. O MELHOR BEM NA NOSSA VIDA.

Quase sempre deixamos que nossa mente, nossos pensamentos e sentimentos dominem nossas vidas, gerando na  maioria das vezes um resultado com sofrimentos desnecessários.

Nossas ações são condicionadas pelo que sentimos e pensamos, e delas se faz o nosso destino. Quantas vezes deixamos  de obter sucesso em várias áreas de nossas vidas, por simplesmente acreditarmos no que a nossa mente nos diz. Cuidado com a mente, ela é enganosa, pode nos trair. A Consciência não, ela jamais comete um delito para nos prejudicar. Siga a Consciência seus conselhos, ela nos indica o melhor caminho.

Quantas pessoas lamentam a vida, mas não percebem que foram elas mesmas que escolheram como ela é hoje. Quantas oportunidades perdidas por seguirem  crenças obsoletas, quantos relacionamentos desfeitos por acreditarem que não eram amadas, quantos negócios não concretizados por duvidarem de suas capacidades etc. tudo isso porque escutaram a voz que vem da mente e não da Consciência.

Melhor é escutar a voz da Consciência, que só quer o nosso bem.

Ah! Se eu tivesse escutado todas as vezes que Ela falava, eu não teria me ausentado por tanto tempo de um relacionamento. Se passaram mais de 20 anos e ainda bem que agora eu resolvi escutá-la, e posso desfrutar de uma boa amizade, pois ainda há tempo, mesmo que seja pouco, pois minha querida avó está completando 100 anos de vida e estou feliz por dividir risadas, conversas, amor, carinho, nesse tempo que resta.

Escolham a Consciência em suas vidas.

Consciência sinonimo de Deus. A voz de Deus nunca falha, mas cuidado, quem é Deus para você? Ele é seu amigo? Seu companheiro? Ele é bom? ou é um Ser que pune, que é bravo, cizudo,que dita regras como um general? que não podemos ser nós mesmos por medo? Ele e sua voz são bem diferentes da mente, pensamentos e sentimentos.

Cristiane Renata C.C.A.Silva

agosto 13, 2009 at 2:01 pm 1 comentário

OSHO. CÓPIA CARBONO.

O que você pode aprender com esse trecho? Pense e reveja se você está sendo uma cópia carbono ou se está sendo você mesmo.

 

Querido Osho,
Você é a minha inspiração.
Eu ouvi você dizer que nunca teve um mestre; mas houve alguma fonte de inspiração quando você começou a sua jornada?

“A vida em si é o bastante.
Ver as pessoas ao redor – cadáveres ambulantes – é inspiração suficiente, não para ir com elas, não para seguir seus caminhos, mas para encontrar uma pequena trilha, a sua própria, se você quiser estar vivo.
Eu nunca tive um mestre, e eu sou feliz por nunca ter encontrado algum. Em minhas vidas passadas eu estive com alguns poucos mestres vivos. Eles eram pessoas lindas, amáveis, mas uma coisa ficou clara o tempo todo para mim – que ninguém poderia ser uma fonte de inspiração para mim, porque essa palavra ‘inspiração’ é perigosa.
Primeiro é inspiração, depois se torna seguimento, depois se torna imitação – e você acaba sendo uma cópia carbono. Não há necessidade alguma de ser inspirado por alguém. E não é apenas não ser necessário, é perigoso também. Apenas observando, eu tenho visto… cada indivíduo é único. Ele não pode seguir ninguém mais.
Ele pode tentar – milhões tem tentado por milhares de anos. Milhões são cristãos, milhões são hindus, milhões são budistas. O que eles estão fazendo? A inspiração de Goutama Buda fez milhões de pessoas budistas e agora eles estão tentando seguir seus passos. E eles não estão chegando a lugar algum; eles não conseguem.
Você não é um Goutama Buda e o rastro dele não se ajusta a você, nem os sapatos dele servem para você; você terá que encontrar o tamanho exato de sapato que lhe sirva. Ele é belo, mas isso não significa que você tenha que se tornar como ele. E este é o significado da palavra ‘inspiração’. Ela significa que você está tão influenciado que o homem se tornou o seu ideal, que você gostaria de ser como ele. Isso tem confundido toda a humanidade.
A inspiração tem sido um infortúnio, não uma bênção.
Eu gostaria que você aprendesse em toda fonte, para apreciar todo ser singular que encontrar. Mas jamais siga alguém e nunca tente se tornar exatamente como alguma outra pessoa; o que não é permitido pela existência. Você somente pode ser você mesmo.
E isto é um fenômeno estranho: as pessoas que se tornaram uma inspiração para milhões de outras pessoas, elas próprias nunca se inspiraram em ninguém – mas ninguém observa esse fato.

Goutama Buda nunca se inspirou em alguém, e isto é o que fez dele uma grande fonte de inspiração. Sócrates não se inspirou em alguém, mas isso é o que o fez tão singular.
Todas essas pessoas, as quais você considera como fontes de inspiração, nunca foram inspiradas por outros. Isto é algo muito fundamental para ser compreendido. Sim, elas aprenderam; elas tentaram compreender todos os tipos de pessoas. Elas amaram pessoas singulares, mas nenhuma para ser seguida. Elas experimentaram ser elas mesmas.
Assim, por favor, não se inspire em mim; caso contrário você nunca se tornará uma fonte de inspiração. Você será apenas uma cópia carbono, você não terá a sua autêntica e original face. Você será um hipócrita: você dirá uma coisa e fará outra. Você mostrará a sua face em situações diferentes com máscaras diferentes, e aos poucos você se esquecerá qual é a sua face verdadeira; são tantas máscaras…

Fonte: Por favor, não se inspire em mim (Osho – Beyond Psychology – Cap. 5 – Pergunta 2), de Osho / Bhagwan Shree Rajneesh.

agosto 7, 2009 at 2:34 pm Deixe um comentário

BEM ESTAR ANIMAL.

“A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados.” Mahatma Gandhi.

Um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil
Jun 23, 2009

Animais domésticos podem voltar a ficar desprotegidos legalmente com a aprovação do PL 4.548/98
© WSPA
A presidência da Câmara dos Deputados negou o pedido de reexame de despacho apresentado pelo pelo Deputado Ricardo Tripoli (PSDB/SP). A questão de ordem nº475/2009 pedia a análise do despacho que indeferiu o recurso n.º 260/2009.

Este recurso foi apresentado pelo deputado para contestar o parecer da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), que concluiu pela constitucionalidade do PL 4.548/98, cujo propósito é a retirada da expressão “domésticos e domesticados” do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), descriminalizando, assim, atos de abuso contra esses animais.

Trata-se de um PL claramente inconstitucional, pois, segundo o artigo 225 da Constituição Federal, cabe ao Poder Público vedar práticas que submetam animais à crueldade, independentemente da espécie.
Como você pode ajudar?
A retirada da expressão “domésticos e domesticados” da Lei de Crimes Ambientais significaria um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil, ao tornar ainda mais branda a legislação animal vigente no país, favorecendo a impunidade.  Por exemplo, o combate às condenáveis rinhas de cães, galos, canários, entre outros animais, seria dificultado ao extremo.

Atualmente, o PL 4.548/98 encontra-se pronto para ir ao Plenário da Câmara para votação, embora não haja previsão para a matéria ser pautada. O momento é delicado, sendo de suma importância que todos aqueles que desaprovam maus-tratos contra os animais se manifestem.

Entre em contato com os deputados federais do seu estado e peça que votem CONTRA o PL 4.548/98.

Veja aqui a lista com os contatos de todos os deputados federais. (arquivo em Excel 188KB)

Histórico
O PL 4548 foi apresentado em 1998 pelo então deputado federal José Thomaz Nonô, sendo despachado na Câmara dos Deputados para a Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias – CDCMAM e a Comissão de Constituição, Justiça e Redação – CCJR.

Na CDCMAM obteve parecer desfavorável do relator deputado Luciano Pizzatto, sendo este parecer unanimemente aprovado pela Comissão. O PL 4548/98 seguiu então para a CCJR e foi apensado ao PL 3981/00, do Senado Federal (posteriormente o PL 3981/00 foi arquivado e desapensado do PL 4548/98, que seguiu em vigor).

Em pareceres da CCJR, o PL 4548/98 foi declarado inconstitucional pelo relator Deputado Renato Vianna em 2001, pelo relator deputado Ricarte de Freitas em 2003, pelo relator deputado Bosco Costa em 2004 e pelo relator deputado Régis de Oliveira em 2008.

O PL foi então devolvido ao deputado Régis de Oliveira para revisão, que alterou seu parecer e declarou a constitucionalidade do PL 4548/98, sendo este parecer aprovado por unanimidade pela atual Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) em abril de 2009.

O deputado federal Ricardo Tripoli interpôs recurso (n.º 260/2009) da decisão da CCJC no dia 29 de abril, pela inconstitucionalidade do PL 4845/98, sendo este indeferido e arquivado no dia 15 de maio devido à falta de amparo regimental.

Por acreditar que o despacho que indeferiu o recurso 260/2009 não estava suficientemente fundamentado, o deputado Tripoli apresentou a questão de ordem nº 475/2009, pelo reexame do referido despacho. A presidência da Casa, entretanto, indeferiu a questão de ordem.

Saiba mais sobre o PL 4548/98 >>

Fonte: http://www.wspabrasil.org

agosto 5, 2009 at 2:41 pm 1 comentário

BHAGAVAD GITA: A SABEDORIA DO DESAPEGO.

 

 Bom é agir e bom é abster-se da atividade; tanto isto como aquilo conduz à meta suprema. Mas, para o principiante, melhor é agir corretamente.

 O verdadeiro renunciante é somente aquele que nada deseja e nada recusa, inatingido pelos opostos, tanto no seu agir como no seu desistir; não afetado nem por esperança nem por medo.

 Os ignorantes tecem teorias sobre o agir e o conhecer, como se se tratasse de duas coisas distintas: mas os sábios estão convencidos de que quem faz isto, não deixa de colher os frutos daquilo.

 O reino da quietude que os sábios conquistam pela meditação é também conquistado pelos que praticam ações; sábio é aquele que compreende que essas duas coisas – a consciência mística e a ação prática – são uma só em sua essência.

Difícil tarefa, herói, é alcançar o estado de renúncia sem ação e sem que o espírito da fé penetre o coração. O sábio que, pela força da verdade, renuncia a si mesmo, integra-se em Brahman.

 Esse é puro de coração, forte no bem e senhor de todos os seus sentidos; a sua vida está a serviço da vida de todos, e ele realiza todas as ações sem ser escravizado por nenhuma delas.

 Porquanto reconhece que não é ele que age, quando vê, ouve ou sente.

 Pois, quando vê ou ouve, cheira ou come, dorme ou respira, quando abre ou fecha os olhos, quando dá ou recebe ou exerce outro ato sensório qualquer – não  são senão seus sentidos que operam com esses objetos externos.

 Quem tudo faz sem apego ao resultado dos seus atos faz tudo no espírito de Deus, e, como a flor de lótus, incontaminada pelo lago em que vive, permanece isento do mal.

 Com todas as forças do espírito, da mente, do coração e do corpo luta o  yogui pela purificação de sua alma, sem nada buscar para si mesmo em tudo o que faz.

 Quem a tudo renuncia, jubiloso, alcança, já agora, a mais alta paz do espírito; mas quem espera vantagem das suas obras é escravizado pelos seus desejos.

O sábio que, em corpo terrestre, se libertou do egoísmo, habita, mesmo quando age, no céu da sua paz, na “cidade dos nove portais”; não tem desejos, nem induz outros a terem desejos.

 O Senhor do Universo não cria a ação nem o impulso de agir, nem o desejo dos frutos da atividade – tudo isso nasce da natureza finita do indivíduo.

 O Senhor do Universo não toma sobre si as culpas dos homens, porque está acima de todas as ações, perfeito em si mesmo. Erram os homens por sua própria ignorância, porque a luz da verdade está envolta nas trevas da ilusão.

Mas quando as trevas sedem à luz, amanhece o dia, e, assim como o sol em pleno esplendor, revela-se ao Ser Supremo.

 Quem se integra no Ser Supremo e nele repousa está livre da incerteza e trilha caminho luminoso, do qual não há retorno, porque a luz da verdade o libertou do mal.

Quem vive na luz da Verdade vê Deus em todos os seres – no brâhmane e no cão, no elefante e na vaca, e até no desprezado paria.

 Os que estão firmes na luz da verdade venceram o mundo, já aqui na terra, pela fé na harmonia universal; porquanto Brahman transcende todas as condições da dualidade, habitando na suprema unidade – quem o conhece, repousa em Brahman.

 Quem vive firmemente consolidado na consciência de Brahman não sucumbe à alegria, na prosperidade, nem à frustração, na adversidade – mas remonta à claridade sem nuvens e se integra na Divindade.

 Quem preserva sua alma livre de todas as coisas que vêm de fora realiza o seu verdadeiro EU, atinge a Paz Profunda, a beatitude do verdadeiro ser.

 As alegrias que brotam do mundo dos sentidos encerram germes de futuras tristezas; vêm e vão; por isso, ó príncipe, não é nelas que o sábio busca a sua felicidade.

 Feliz é aquele que, durante a vida terrestre, consegue libertar-se dos impulsos que geram paixão e ódio, estabelecendo-se firmemente no espírito da união com Deus.

 É ele, na verdade, um santo, que encontra o céu dentro de si mesmo; a sua vida é uma com Brahman e abre-se-lhe a porta do  nirvana.

É assim que os rishis, livres de incertezas e senhores de si mesmos, já aqui na terra, entram no nirvana da Divindade, vivendo a vida de todos os seres.

 Todos os que, libertos de ódio e paixões, fortes na humildade e iluminados pela fé, superaram o seu ego humano e realizaram em si o Eu divino, todos eles se aproximaram da verdadeira Paz em Deus.

 O yogui que habita na luz, que se abstém do contato com o mundo dos sentidos, cujo olho espiritual se abriu e cuja respiração espiritual se sintonizou com a respiração corporal.

 Ele, que repleto da virtude de Deus, governa o coração e a mente, e, sem egoísmo, anseia pela redenção – esse se libertou de si mesmo e vive na paz eterna, aqui e por toda a parte.

 Ele sabe, que EU SOU a Essência em todas as Existências; eu, o Imanifesto em todos os Manifestos: eu, a suprema e imutável Realidade em todos os mundos em incessante mutação; eu, refúgio e proteção de todas as criaturas. Quem isto sabe, encontrou a paz…

Fonte:http://www.culturabrasil.pro.br/desapego.htm

agosto 3, 2009 at 9:42 pm Deixe um comentário


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